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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Química liga aves e dinossauros

Cientistas conseguiram pela primeira vez identificar elementos químicos em espécie com 150 milhões de anos


"Foi como tocar em fantasmas." A expressão do geoquímico Roy Wogelius, da Universidade de Manchester (Reino Unido), revela que o próprio investigador ficou impressionado com a descoberta do seu grupo, sobre um fóssil que é um ícone da paleontologia e do qual já não se esperavam novidades bombásticas. Mas a surpresa aconteceu. Roy Wogelius coordenou uma equipa que pela primeira vez conseguiu ver os elementos químicos deixados por tecidos vivos num fóssil com 150 milhões de anos. Nomeadamente, os que correspondem às penas e que são o primeiro elo químico entre aves e dinossauros. Este caminho, diz o cientista, "é o futuro da paleontologia e uma mudança de paradigma na investigação".



A descoberta, publicada esta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), foi feita graças à análise num acelerador de partículas de um fóssil de Archaeopteryx, uma espécie que está a meio caminho entre os dinossauros e as aves - é considerada, aliás, a primeira ave - e que viveu há 150 milhões de anos.



Os investigadores detectaram quantidades ínfimas de enxofre e fósforo, elementos que existem nas penas dos pássaros modernos, e também zinco e cobre, que são nutrientes essenciais para estes animais. Ao todo foram detectados seis elementos químicos distribuídos de forma diferente pelas várias partes do fóssil.


O facto de se terem encontrado diferentes concentrações desses elementos nos restos fossilizados e nas rochas envolventes confirma que os químicos no fóssil são vestígios do ser vivo que aquela "dino-ave" foi há 150 milhões de anos, segundo os cientistas.


A análise foi feita no Stanford Synchrotron Radiation Lightsource, na Califórnia (EUA), cujo sistema de raio X muito "luminoso" revelou o mapa químico do fóssil.



"Até agora falávamos de um laço físico entre aves e dinossauros, agora encontrámos um laço químicos entre eles", conclui o coordenador da investigação.



? A meio caminho entre ave e dinossauro, o Archaeopteryx, era uma vertebrado com a dimensão de um corvo que viveu no final do Jurássico e que é considerado a ave mais antiga, já de que é a mais antiga da qual há registos fósseis. Tinha dentes de dinossauro e uma longa cauda de ossos, mas tinha também elementos de ave, como as asas com penas, que lhe permitiam planar e voar entre as árvores. A primeira vez que se encontraram fósseis desta espécie já extinta foi há 150 anos, apenas um ano depois de Charles Darwin ter publicado o seu livro A Origem das Espécies e constituiu na altura a melhor prova até aí existente da teoria da evolução. Desde então já se descobriram nove outros fósseis da mesma espécie.

Dinossauros curiosos viajam de trem pelo tempo


Do JC Online
Bruno e sua família viajam por oceanos, selvas e vulcões da  pré-história num trem colorido
Bruno e sua família viajam por oceanos, selvas e vulcões da pré-história num trem colorido
Foto: Divulgação

Um novo desenho animado vai fazer a garotada conhecer o mundo da paleontologia, ciência que estuda a vida do passado da Terra. Para isso, um dinossauro bem curioso chamado Bruno viaja com sua família em um trem especial, que pode entrar no túnel do tempo e visitar vários lugares.

A série Dinotrem estreou nessa segunda (10) no canal pago Discovery Kids e passará durante a semana, às 12h, e aos sábados e domingos, às 14h30. O desenho tem meia hora de duração.

Bruno é um tiranossauro rex filhote que foi adotado por uma família de pterossauros, espécie de dinossauro que pode voar. Eles viajam por oceanos, selvas e vulcões da pré-história em uma locomotiva colorida. Seu condutor, o senhor Trodonte, revela a seus passageiros dados fascinantes sobre animais pré-históricos.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Fossil Raro é encontrado

Obs: A reportagem esta no final do video.


Tecodonte


Tecodonte (Karamuru Vorax) e árvore petrificada.

Tecodonte é um réptil, já considerado um termo obsoleto, foi originalmente usado para descrever uma gama diversa de arcossauros, que apareceram pela primeira vez no Permiano e floresceram até ao fim do período Triássico. O grupo inclui os ancestrais dos dinossaurospterossauros, e crocodilianos, bem como uma série de outras formas extintas. (incluindo aves), e ancestrais dos


Definição

Tecodontes são definidos por certas características primitivas partilhada, como o (uma abertura em cada lado do crânio entre o olho e as narinas) e dentes em soquetes. Tecodonte é o nome grego para dentes em soquete, referindo-se ao fato de que os dentes do Tecodonte foram fixados em soquetes no maxilar, uma característica que foi herdada pelos dinossauros.

Eles constituem um grau evolutivo dos animais, uma lixeira taxon para qualquer arcossaurocrocodiliano, um pterossauro, ou um dinossauro. O termo deixou de ser utilizado pela maioria dos paleontólogos, embora ele ainda pode ser encontrado em velhos livros (e livros bastantes recentes). Isso ocorre pelo fato deste processo evolutivo ainda não estar muito bem esclarecido. que não era um

Tecodontes da Paleorrota

O geoparque da paleorrota tem contribuido grandemente para esclarecer como se deu o processo evolutivo que levou ao surgimento e transformação de todas essas espécies.

Na cidade de São Pedro do Sul,no Sítio Paleontológico Chiniquá, foi coletado o Tecodonte Prestosuchus chininiquensis, pelo paleontólogo Friedrich Von Huene, em 1938.

Na cidade de Candelária foi coletado o Tecodonte Karamuru Vorax em 2000.

Esses arcossauros carnívoros podiam medir até 7 metros e pesar 700 kilogramas. Foram encontrados na formação Santa Maria e viveram no triássico médio.


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Dinossauros morreram por causa de frio, diz estudo

Cientistas afirmam que os dinossauros podem ter sido extintos não pela ação de um cometa, mas por uma queda brusca de temperatura. Segundo pesquisadores da universidade de Plymouth, nos Estados Unidos, fósseis encontrados na Noruega indicam que a temperatura dos mares caiu de uma variação entre 9ºC e 13ºC para entre 4°C e 8°C há cerca de 137 milhões de anos. As informações são do Daily Mail.

Os pesquisadores acreditam o frio foi causado por uma mudança repentina na corrente do Golfo, no Oceano Atlântico, um fenômeno que poderia voltar a acontecer. De acordo com os cientistas, a extinção dos dinossauros foi resultado de uma série de eventos ambientais que começaram com a mudança na temperatura, ao contrário do que diz a teoria mais aceita, que a extinção foi resultado de um evento cataclísmico - como a queda de um meteoro - há 65 milhões de anos.

O estudo, coordenado pelo cientista Gregory Price, utilizou fósseis e minerais encontrados em Svalbard, na Noruega, que indicam a queda na temperatura. Os pesquisadores afirmam que o frio foi muito severo para as espécies que viviam em locais mais quentes, como áreas mais rasas de oceanos, além da terra e pântanos. Esses animais teriam morrido por não aguentar a mudança.

Os cientistas dizem ainda que o momento em que essa queda ocorreu foi em um momento de efeito estufa, similar ao que ocorre hoje com o planeta. "A queda nas temperaturas talvez tenha sido causada por uma mudança na circulação do oceano, muito parecido com o que está sendo previsto para a Corrente do Golfo", diz Price à reportagem.

"Nós acreditamos que os dinossauros eram provavelmente criaturas de sangue frio e teriam que se esquentar para viver. Se eles não foram capazes de migrar para o sul, eles podem ter acabado extintos. (...) Nos acreditamos agora que eles morreram gradualmente e é muito possível que isso tenha sido causado por uma série de mudanças climáticas", diz o pesquisador.

Ainda de acordo com a reportagem, a queda na temperatura pode ter ocorrido por causa dos altos níveis de CO2 na atmosfera, o que teria aumentado o calor no planeta e feito derreter o gelo polar - um fenômeno atualmente previsto para acontecer novamente na nossa era.

Dinossauro mudava as penas ao crescer, diz estudo

Segundo os cientistas, o dinossauro sofria grandes mudanças na plumagem

Segundo os cientistas, o dinossauro sofria grandes mudanças na  plumagem Foto: Nature/Reprodução

Segundo os cientistas, o dinossauro sofria grandes mudanças na plumagem
Foto: Nature/Reprodução

Uma pesquisa do Instituto de Paleontologia de Vertebrados e Paleoantropologia de Pequim indica que a espécie de dinossauro Similicaudipteryx, que fazia parte do grupo de dinossauros "ladrões de ovos" conhecido como oviraptossauro, sofria grandes mudanças na plumagem ao crescer. As informações são da Nature.

Segundo o estudo, fósseis que mostram dois espécimes do Similicaudipteryx em estágios diferentes de crescimento indicam que o filhote tinha penas de voo muito diferentes das do fóssil adulto. A descoberta indica que, ao contrário das aves, que mudas as penas quando muito jovens, o dinossauro tinha um estágio "intermediário", de troca de plumagem na juventude.

De acordo com a revista, ornitologistas e biólogos vêem com cautela a descoberta. O ornitologista Richard Prum, da Universidade de Yale, por exemplo, diz que quando os pássaros regeneram suas penas, as novas crescem enroladas em uma espécie de tubo. Segundo Prum, o fóssil pode ter preservado penas crescendo desta maneira, assim como as aves atuais.

Já o biologista Cheng-Ming Chuong, da Universidade do Sul da Califórnia, diz que "se dermos aos autores o benefício da dúvida (...) será a primeira demonstração de que estes dinossauros com plenas podem sofrer alterações de plumagens na vida".

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Documentarios Paleontologia

Assista é muito interessante
Parte 1



Parte 2



Parte 3



Parte 4



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