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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Fossil Raro é encontrado

Obs: A reportagem esta no final do video.


Tecodonte


Tecodonte (Karamuru Vorax) e árvore petrificada.

Tecodonte é um réptil, já considerado um termo obsoleto, foi originalmente usado para descrever uma gama diversa de arcossauros, que apareceram pela primeira vez no Permiano e floresceram até ao fim do período Triássico. O grupo inclui os ancestrais dos dinossaurospterossauros, e crocodilianos, bem como uma série de outras formas extintas. (incluindo aves), e ancestrais dos


Definição

Tecodontes são definidos por certas características primitivas partilhada, como o (uma abertura em cada lado do crânio entre o olho e as narinas) e dentes em soquetes. Tecodonte é o nome grego para dentes em soquete, referindo-se ao fato de que os dentes do Tecodonte foram fixados em soquetes no maxilar, uma característica que foi herdada pelos dinossauros.

Eles constituem um grau evolutivo dos animais, uma lixeira taxon para qualquer arcossaurocrocodiliano, um pterossauro, ou um dinossauro. O termo deixou de ser utilizado pela maioria dos paleontólogos, embora ele ainda pode ser encontrado em velhos livros (e livros bastantes recentes). Isso ocorre pelo fato deste processo evolutivo ainda não estar muito bem esclarecido. que não era um

Tecodontes da Paleorrota

O geoparque da paleorrota tem contribuido grandemente para esclarecer como se deu o processo evolutivo que levou ao surgimento e transformação de todas essas espécies.

Na cidade de São Pedro do Sul,no Sítio Paleontológico Chiniquá, foi coletado o Tecodonte Prestosuchus chininiquensis, pelo paleontólogo Friedrich Von Huene, em 1938.

Na cidade de Candelária foi coletado o Tecodonte Karamuru Vorax em 2000.

Esses arcossauros carnívoros podiam medir até 7 metros e pesar 700 kilogramas. Foram encontrados na formação Santa Maria e viveram no triássico médio.


segunda-feira, 3 de maio de 2010

Concientizesse

Galera eu vi um vídeo que não tem nada a ver com arqueologia nem paleontologia mas eu vou postar por que me comoveu bastante. Então se você tem um blog, site ou algo parecido incorpore ele seu site. Por Favor.

domingo, 2 de maio de 2010

Exposição "O Índio e a arqueologia no museu" chega a Campos

A exposição "O Índio e a arqueologia no museu" chega ao Museu Olavo Cardoso, na terça-feira, em Campos. A abertura da mostra contará com a palestra "O índio Goitacá, esse desconhecido", ministrada pela professora da Uenf Simonne Teixeira. A mostra é uma das atividades do projeto de extensão "Patrimônio Cultural: aprendendo a conhecer".


Durante a exposição, o público poderá conhecer algumas das peças cerâmicas encontradas em sítios arqueológicos do Norte Fluminense, confeccionadas pelas tribos indígenas que viveram na região, como os Tupi, Goitacá, Puri, Coroado e Coropó. Também serão realizadas palestras e eventos voltados às crianças. Em datas e locais a serem definidos, as crianças poderão entrar em contato com a experiência de arqueólogos e participar de escavações em sítios arqueológicos simulados.

As inscrições podem ser feitas, gratuitamente, no Museu Olavo Cardoso. O funcionamento é de terça a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h. A inscrição também pode ser feita pelo telefone (22) 2726-3021.

Cepa registra descoberta do milésimo sítio arqueológico

MARCA HISTÓRICA > LOCALIZAÇÃO OCORREU NAS MARGENS DO JACUIZINHO

KLAMT: material lítico foi encontrado em área próxima da descoberta de urna


A localização de vestígios de grupos indígenas na margem esquerda do Rio Jacuizinho, no interior do município de Estrela Velha, na divisa com Arroio do Tigre, constituiu-se no milésimo registro de sítio arqueológico nos cadastros do laboratório do Centro de Ensino e Pesquisas Arqueológicas (Cepa) da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). A descoberta em uma área com lavouras, a cerca de três quilômetros acima da ponte da estrada de chão batido que liga Arroio do Tigre com a localidade de Itaúba, ocorreu durante o trabalho para a elaboração dos laudos arqueológicos no estudo de impacto ambiental para o projeto de construção de quatro pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) na região.

A equipe de funcionários e bolsistas do Cepa, coordenada pelo professor Sérgio Klamt, coletou na área diversas amostras de material lítico utilizado pelos indígenas, como picões, talhadores e batedores. De acordo com Klamt, a constatação de que se tratava do milésimo sítio localizado pelo Centro ocorreu apenas no momento do registro, no dia 18 de julho de 2009. Observa que o cadastramento histórico aconteceu no ano em que o Cepa completou 35 anos de fundação.

O coordenador do Cepa afirma que ainda não houve o aprofundamento do estudo nas amostras e escavações no local. Mas as características do material e da área indicam se tratar do sítio de um grupo caçador e coletor, que deve ter acampado na beira do rio em função da disponibilidade de matéria-prima, com a cascalheira próxima, e da facilidade para a pesca. Ele observa que, na região, houve a descoberta de vestígios de diversas tribos da tradição umbu. O Cepa também possui no seu acervo uma panela (urna) da tradição guarani – caracterizada como de grupos horticultores –, localizada em área próxima, que pode datar de 500 a 600 anos.

Os caçadores e coletores, segundo Klamt, viveram há mais tempo na região, chegando a cerca de mil anos antes de Cristo. Apenas na área com projeto para as quatro PCHs, houve a localização de 15 sítios arqueológicos. Klamt explica que a pesquisa deverá ser aprofundada quando ocorrer a construção das hidrelétricas na região. Depois do registro do milésimo sítio, o Cepa já fez o cadastramento de mais 40.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Famalicão: Descoberta fundição de sinos do séc. XVIII

Um grupo de arqueólogos dos serviços de arqueologia da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão descobriram um fosso de fundição de sinos da segunda metade do século XVIII, no local onde está a ser construído o novo Centro Social e Paroquial de Requião.

As evidências encontradas apontam para a presença de uma actividade artesanal relacionada com a fundição de um sino de bronze, nomeadamente um fosso de fundição.

O achado arqueológico foi registado depois de os serviços municipais terem sido chamados ao local junto à igreja de S. Silvestre.

Numa primeira fase, esteve na mesa a hipótese de se tratar de um primitivo mosteiro, anexo à igreja. No entanto, «a forma como se direccionaram os trabalhos levou também à descoberta inesperada de um fosso de fundição de sinos», conforme explica Felisbela Leite, responsável pelos serviços de arqueologia da autarquia.

Um fosso de fundição de sinos corresponde a uma técnica tradicional de fazer sinos, em que é realizada uma abertura no solo, estruturada interiormente, na qual era colocado um molde, que depois de preenchido por bronze, fundido a altas temperaturas, dava origem a um sino», sublinha a responsável.

A autarquia espera agora obter mais informações sobre a descoberta, nomeadamente nomeadamente «a data precisa da fundição; o tipo de combustível usado no processo; a percentagem de metais usada na constituição da liga de bronze; a dimensão; o peso; o tom sonoro emitido pelo sino e a existência, ou não, de uma relação do sino aí fundido com os demais ainda hoje existentes na torre sineira da Igreja.

Estudo questiona tese de extinção dos dinossauros por asteroide

A extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos não pode ser explicada somente pelo choque de um asteróide com a Terra, e sim como o resultado de um longo processo de transformações climáticas, de acordo com resultados de uma pesquisa divulgados nesta sexta-feira por um paleontólogo alemão.

O asteróide foi apenas "o último elemento catastrófico" registrado em "pelo menos 500 mil anos de fortes flutuações do clima" que enfraqueceram o ecossistema, declarou o paleontólogo Michael Prauss, da Universidade de Berlim. No início de março, a revista científica americana Science apresentou os trabalhos de um grupo de cientistas que atribuía o desaparecimento dos dinossauros a um gigantesco asteróide que caiu na atual região mexicana de Yucatán.

"Ao contrário da publicação da Science, que apenas reuniu elementos já conhecidos, meu trabalho se baseia em novos dados (...) que permitem reconsiderar tudo a partir de um novo ponto de vista", disse Prauss. O paleontólogo alemão trabalha desde 2005 com uma equipe científica internacional em um projeto da Agência Alemã de Pesquisas Científicas (DFG). Essa equipe analisou rochas e amostras retiradas de uma perfuração de 25 m de profundidade no Texas (EUA), mil quilômetros a noroeste da cratera do asteróide.

Os trabalhos permitiram provar a existência, muito antes do choque do asteróide, de grandes transformações climáticas, "provocadas provavelmente por atividades vulcânicas" ocorridas durante vários milhões de anos na atual Índia, indica um comunicado da Universidade Livre de Berlim.

Segundo Prauss, "o estresse climático de longa duração produzido por elas, com o qual evidentemente o choque do meteorito contribuiu no final das contas, explica a crise da biosfera e a extinção maciça" de espécies no Cretáceo terciário.